De dia para dia vejo crescer a minha mão e as células que se multiplicam nesta ode ao triunfo da vida. De dia para dia vejo crescer o meu pé e os caminhos que antes percorria têm agora que esperar. De dia para dia vejo crescer o meu nariz e os sentidos que se atormentam atropelam-se indiscriminadamente. De dia para dia vejo crescer o meu coração e impera a doce sensação de não caber mais na caixa que impõe a condição humana.