La femme inconnue

Não saber, não querer, continuar em terreno líquido. A eternidade repousa dentro, velha e nova ao mesmo tempo. Um processo de transformação física intensa ocorre. Vazio é cheio. Esta morte lenta está a empurrar-me para a vida.

(Sobre a participação na performance la femme inconnue com direcção de Jean Daniel Fricker, 2013. Nota: originalmente escrito em inglês)

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