uma forma quase cilíndrica

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uma forma quase cilíndrica materializa gestos e estados quase invisíveis que o corpo carrega na tentativa de preservar a vida. Caminhar. Colectar. Carregar. Gerir. Usar. Solucionar. Viver. O processo de criação parte da imagem de uma mulher a transportar água. O próprio corpo aparece na performance como um transportador de água e estados. Neste corpo operário reconhece-se o esforço para obter o essencial, numa actividade diária que, culturalmente, está muitas vezes destinada à mulher e é por ela repetida ao longo da vida, em prol da comunidade. Assim, a água é a matéria central e condutora da história, juntamente com os objectos necessários para a recolher, armazenar e utilizar. Direcção artística e interpretação de Teresa Santos, assistência de direcção, desenho de som, luz e cenografia de Dídac Gilabert, produção da Companhia Ao Vento / Ventos e Tempestades.

Apresentações: Corrente Alterna – Mostra de Criações Incógnitas, Mostra desNORTE / Preview MAP/P, FIS · Festival Internacional de Solos, Fira Slow Food, Llibreria L’Argonauta, Arrels al Buit, 6è Festival de Circ de Terrassa, Festival Fites.

Pedro Galiza
Rui Manuel Vieira