Cordel

Há uma janela aberta que não fecha. Uma brisa que desassossega a vista que não acaba. Além, no infinito, o sonho tangível sujeita-se à impermanência dos dias e das noites. O tempo passa, absorto na ilusão de o ser. O…

Atravessam-se no caminho ondas douradas povoadas por sóis reverentes. Rolam pelo asfalto quente e infinito, brisas velozes em direcção ao seu destino. Micro universos plasmados neste deserto peninsular, são oásis de cor e vida. Escoam vales secos por entre gigantes…

Abro a janela nesta noite quente. Uma parafernália de luz e som instala-se neste quadro. Estás deitado na cama e tens sono, por isso não vês. Perguntas-me se é bonito. Não sei, está a acontecer mesmo atrás das árvores. O…

Todas as capas exteriores tentam seduzir-te, comprar-te, convencer-te, provocar-te, entusiasmar-te, controlar-te, consumir-te, invadir-te, alienar-te, até, por fim, vencer-te. in Cordel de Poeta de Gandia

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